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segunda-feira, 17 de março de 2014

JEANS - A FADED BLUE PLANET


Horas de avião são boas para uma coisa, ao menos: assistir coisas que você não costuma encontrar em outro lugar. Foi assim que eu assisti à "Jeans - A Faded Blue Planet", que foi lançado em 2010 e sobre o qual eu nunca tinha ouvido falar. Fez minha viagem muito menos incômoda.

O filme começa com uma frase atribuída a Yves Saint Laurent, que teria dito : "Eu tenho apenas um arrependimento - não ter inventado o jeans" e segue contando a história do denim, desde 1873 até hoje. Eu achei interessante porque me interesso pelo assunto. Para o resto do mundo que não tem tanta atração por tecidos e afins, eu considero interessante porque ele explora aspectos históricos, econômicos e psicológicos que tentam explicar como nos tornamos tão obcecados por calças jeans e por que essa obsessão não deve acabar tão cedo.

Tem também curiosidades, como o mercado que se criou a partir da paixão dos japoneses pelo denim, um homem que coleciona muitas e muitas peças de jeans (e que como eu acha que elas ficam melhores à medida que envelhecem) e a historiadora da Levi´s contando como arrematou no eBay a calça jeans mais antiga do mundo, por nada menos que US$ 46.532,00! Quem assistir até o final ainda consegue descobrir o que as pessoas levam no bolso de relógio.

Você também é escravo do jeans? O que você carrega no seu bolso de relógio?

Título :JEANS, A FADED BLUE PLANET

Autor : Thierry Aguila
Filmagem :Japão – EUA – Europa – África do Norte
Duração :52 m.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

CARNAVAL É BOM PARA...



Li hoje o post da Oficina de Estilo sobre aproveitar o carnaval para colocar seus loucos desejos estilísticos à prova, experimentar o que tem vontade e levar para o dia-a-dia o que tiver gostado e funcionado. Acho o conselho validíssimo, mas sei que às vezes falta coragem. Dos medos que eu conheço, pelas outras pessoas e por experiência própria, os principais são um resultado ruim depois de parecer ter tentado com muito esforço ou mesmo um resultado bom que parece bom demais.

Já aconteceu com todo mundo. Acordar e querer dar uma variada no visual de sempre, tentar e ter dúvidas, tirar tudo e colocar o "uniforme". Por isso, o conselho para o carnaval é ler o post e arriscar. Se não rolar antes do feriado terminar, continue tentando. Todo dia é dia de se divertir e mesmo durante os dias úteis, não se preocupe e não se leve tão a sério, é o único jeito de mudar, caso esteja insatisfeito com alguma coisa.

Bom Carnaval!!!

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

ESCRITÓRIO FRIO, RUA QUENTE




Quem trabalha em escritório deve concordar comigo quando eu digo que é mais fácil se vestir para trabalhar em dias frios ou, no mínimo, de temperatura amena. Por mais que eu adore os dias bonitos e quentes, a diferença de temperatura entre a rua e o freezer em que alguns escritórios se transformam, sob o poder do ar condicionado, faz eu querer que seja verão só aos fins de semana ou nas horas que sobram depois do expediente.

É dificílimo escolher uma roupa que seja adequada para as duas situações. Eu me vejo renunciando às saias e vestidos, com medo da garganta se ressentir das muitas horas em um ambiente cuja temperatura não suporta tanta pele à mostra. O pé, que parece não ter sistema circulatório próprio, então, não pode ficar de fora de maneira alguma e nessa, as sandálias vão ficando cada vez mais no fundo do armário.



Trabalhando há alguns anos nesses ambientes refrigerados, aprendi algumas manhas. Cardigan fininho, que cabe na bolsa e não amassa é um must have. Vale ter alguns de cores que coordenem bem com as suas roupas e não esquecer de agarrar um antes de sair de casa. Pashminas são uma opção e dá até para fazer um charme amarrando na bolsa enquanto não é preciso aquecer o pescoço e as costas. Eu tenho panos coloridos de vários materiais que desempenham o mesmo papel.

Para os pés, confesso que não encontrei uma solução perfeita. Aproveito que não é muito adequado estar com eles super à mostra no trabalho e uso sapatilhas vazadas quando está mais calor e sempre evito os calçados acolchoados. Quanto às roupas, o que aprendi é que o material da peça é muito mais importante que o comprimento. Em dias super quentes, materiais naturais. Funciona melhor uma calça de algodão com uma camisa de gramatura leve que um vestido ou regata de poliéster. Só o fato da pele poder respirar já te deixa com uma sensação mais fresca, mesmo debaixo do sol do meio-dia. E ainda por cima te protege do ar condicionado.



Quando for às compras, pense nisso. Roupa de verão não precisa ser necessariamente curta e cavada, e certamente não deve ser quando se trata de peças que você usa no trabalho. Invista nos tecidos que "respiram", como linho e algodão (naturais) ou poliamida e viscose (sintéticos). Fuja dos poliéster, mesmo que o preço seja mais apelativo. Na dúvida, recorra à etiqueta de composição e seja feliz.

sábado, 14 de dezembro de 2013

A ROUPA QUE VOCÊ VESTE DIZ QUEM VOCÊ É OU A QUAL CLASSE SOCIAL VOCÊ GOSTARIA DE PERTENCER?


Uma amiga, certa vez, veio me pedir um conselho. - Não sei com que roupa sair no sábado à noite. Perguntei, tentando entender - Mas qual é exatamente a dúvida? A resposta foi - Não sei como me vestir, é balada de playboy.  Na minha cabeça, a primeira tradução (meu cérebro traduz tudo que ouve, bem irritante) saiu “Não sei como me fantasiar, é lugar de gente rica”.

Para mim, não faz muito sentido que o nosso estilo pessoal seja radicalmente mudado de acordo com a classe social da média dos frequentadores de um evento, o que não é o mesmo que se vestir de acordo com uma determinada ocasião. Tendo um estilo que respeite quem você é e a mensagem que você quer passar, você vai saber o que vestir em situações formais ou não, eventos diurnos e noturnos, e assim por diante.

Meu conselho, naquela ocasião, foi: - Veste o que você veste sempre, que te faz sentir bem, você mesma. Eu sabia que não tinha nada de errado com o estilo de sempre dela e eu temia que ela fosse correndo comprar um vestido super curto, um sapato super alto, a carteira da marca da moda. Eu tenho a impressão que esse é o uniforme das meninas que frequentam casas noturnas com um alto valor de ingresso.
Primeiro resultado da busca 'Uniforme para balada'


Esse episódio me fez pensar em quanto as pessoas estão preocupadas em convencer as outras de que pertencem a um certo grupo e que, geralmente, quando essa preocupação existe é porque elas não pertencem e, por isso, o esforço. Isso fica muito claro para mim ao ver alguns produtos, sem motivo aparente, serem consumidos como se fossem os únicos de sua classe. Quando eu digo ‘sem motivo aparente’ eu quero dizer que eles ou não são bonitos o suficiente para justificar o frisson e/ou vestem mal seus donos.

Quem ainda não se cansou dos relógios e bolsas Michael Kors, sapatilhas Terry Burch, calças Diesel, camisas Equipment, Crocs, UGGs, etc.? Isso só para falar dos “originais”, numa faixa classe média, porque a partir deles surgem as cópias (vide tênis com salto interno e saias mullet que, agora, todo mundo está amando odiar), o que torna o fenômeno todo ainda mais maluco. Mas não incompreensível.


O que todos estes produtos têm em comum? Na minha opinião, o preço mais alto do que seria razoável aliado à facilidade de serem reconhecidos e, portanto, de transmitir o sinal desejado, ainda que inconscientemente. Que sinal? “Eu tenho dinheiro e sou bem informado o suficiente para ter ISTO.” Daí surgem os absurdos que se vê nas semanas de moda. Depois da logomania, que surgiu na década de 80 e foi revisitada há alguns anos, agora é a vez de competir não por qual marca tem o logo que ocupa a maior porcentagem de uma peça, mas qual marca faz o objeto feio mais vendável. 

Eu não vejo nada de errado no fato de a indústria usar essa estratégia, esse é o papel de quem tem como objetivo vender mais que seu concorrente. Mas enquanto ela dá certo, é um sinal de que nós não nos importamos de estar uniformizados e, ainda por cima, feios. É um sinal de que estamos vestidos não de nós mesmos, mas como “deveríamos” estar para sermos aceitos, de que estamos dando mais valor ao que se tem do que ao que se é.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

RECORTES INUSITADOS



O clima quente do verão convida ao uso de roupas mais frescas e coloridas. Buscar maneiras menos óbvias de mostrar um pouco mais de pele é um jeito esperto para não parecer vulgar e conseguir atravessar os dias de temperatura alta com elegância.




Recortes estratégicos nas costas, nos ombros e até nos sapatos, apareceram nas passarelas apontando tendência. Aliados a materiais naturais e de qualidade, garantem conforto e um look interessante. Aposte!




domingo, 17 de novembro de 2013

:: LOOKS :: ERIN WASSON

Eu tenho alguns ícones de estilo preferidos. Não basta ser a garota mais bem vestida das últimas 3 temporadas, se ficar evidente que tem um personal stylist por trás, e poucas mulheres tem esse senso de estilo inato. A modelo/estilista (e stylist do amigo Alexander Wang) Erin Wasson é dessas que eu paro pra olhar, sempre que surge uma foto nova rede. Tão bonita quanto Gisele Bundchen e cool quanto Kate Moss, Erin é aquele tipo de mulher que, como poucas, consegue se manter fiel a um estilo completamente seu seja qual for a ocasião.

Ninguém veste melhor um jeans rasgado com uma camiseta podrinha, e os acessórios étnicos que sempre têm um toque indígena americano, mas mesmo que for a um evento com dress code mais careta e formal, Erin ainda tem um toque próprio que não faz parecer que ela está fantasiada ou se vestiu para a festa errada. Isso é um dom! Os cabelos ondulados com as pontas mais claras são uma marca registrada e ela passa pelos modismos sem parecer uma vítima simplesmente porque tem aquela segurança de quem sabe quem é e que mensagem quer passar através da roupa. E é essa segurança o que todas as mulheres deviam buscar, porque o corpo, só nascendo de novo...











terça-feira, 29 de outubro de 2013

10 PASSOS PARA CONSUMIR MENOS E SER MAIS FELIZ COM O GUARDA-ROUPA



Esse vídeo que o Ser Sustentável com Estilo, da Chiara Gadaleta, fez com a Oficina de Estilo é maravilhoso! Elas resumem, em 6 minutos, o que eu penso sobre estilo x moda, qualidade x quantidade, e consumo. Para você não ter que ver e rever 100 vezes, eu listei as partes que eu considero mais importantes (e acabei tecendo alguns comentários sobre, porque eu não me contive). Mas pra falar a verdade, eu acho que vale a pena ver e rever sempre que você olhar pro guarda-roupa e achar que não tem nada, e então, se responder com honestidade: eu não tenho nada por que eu fiz as escolhas erradas no passado (e de fato, preciso de umas coisinhas novas) ou eu não tenho nada do que estão dizendo que eu tenho que ter?

Então, lá vai. 10 passos para comprar menos e se realizar mais com seu guarda-roupa:

1) o parâmetro de escolha tem que vir da gente e não do entorno; assim você olha para o seu guarda-roupa e, independente do que esteja "se usando" você tem certeza de que aquilo é VOCÊ, tem uso na sua vida, para os seus cmpromissos

2) um guarda-roupa bem montado EVITA compras desnecessárias, por impulso e o desperdício

3) pensa quando você faz uma mala para viajar, que você passa 20 dias se vestindo rápido e ficando todo dia bonitinha, com 20/25 peças que são AS MELHORES que você tem, as que você mais ama
[eu acredito que qualquer um poderia viver com a mala de verão mais a mala de inverno, porque a gente só escolhe aquilo que mais gosta e sabe que funciona para levar numa viagem. que tem muita gente que não consegue montar uma mala compacta (com poucas peças que funcionam) é outra história...]

4) guarda-roupa conciso funciona muito melhor que guarda-roupa cheio, só com peças e cores que combinam com nosso corpo e estilo de vida, FACILITA A VIDA

5) se você passa a maior parte do seu tempo no trabalho, não tem por que só comprar roupa baratinha para trabalhar e gastar tudo nas roupas de festa, às quais você vai duas vezes por ano. investimentoPOUCO INTELIGENTE
[construir uma imagem que comunique quem você é se faz no dia-a-dia. se você passa a maior parte da sua vida vestida em roupas baratinhas, as pessoas vão te enxergar assim, nem adianta tentar arrasar na festa.]

6) cada peça que você pensar em comprar tem que combinar com PELO MENOS três peças que você já tenha (e não conta jeans e calça preta...)
[se não combinar com três peças de roupa suas provavelmente não é sua cara. mesmo que for, vai ser o tipo de compra que ao invés de te deixar feliz, vai dar mais dor de cabeça. você vai ficar caçando outras peças para comprar e usar com ela. mau negócio.]

7) não comprar na hora, ir tomar um café e PENSAR é uma tática para não comprar por impulso

8) peças de qualidade valem mais que quantidade. sempre gaste tanto quanto puder em QUALIDADE. a peça de R$ 10 que só dá pra ser usada  2 vezes é muito mais cara que a de R$ 100 que você usa 100 vezes.
[moda também é matemática]

9) não existe clássico para todo mundo, cada pessoa tem os seus de acordo com gosto, estilo de vida, tipo de corpo, disponibilidade de tempo
[desconfie de listas de clássico de livros e revistas]

10) assim "o universo em vez de virar um exército de pseudo itgirls, vira um exército de gente linda" Fê Resende
 

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

:: COMO NÃO AMAR? :: LULA MAGAZINE

A Lula Magazine é a revista mais fofa que existe no mercado. Tem aquele projeto gráfico que é lindo de olhar e a primeira vez que vê você só consegue se perguntar como demorou tanto a conhecer (pelo menos foi essa minha reação). Ela se descreve como "o tipo de garota pela qual você teria uma queda ou se sentiria intimidada", de uma ironia e prepotência britânicas deliciosas, porque... eles têm razão.

Se fosse para descrever, sem imagens (que eu vou colocar; de outra maneira seria um desperdício), ela é vestidinho setentinha, meia estampada, olho cheio de rímel e fotografada por câmera analógica! Apartamento retrô, com papel de parede vintage, posters de filmes e polaróides, CDs espalhados que ela conhece de cór. Agora me diz se você não iria querer conhecer essa menina?
















quinta-feira, 18 de julho de 2013

CALÇA JEANS E CAMISETA


Calça jeans e camiseta não precisam ser o seu uniforme, nem a combinação mais sem graça do mundo. Com o estilo certo para cada ocasião, cores diferenciadas e acessórios de personalidade, você pode ficar sim, bem vestida. Se ainda estiver duvidando, leia as instruções.

 Cor: O contraste de cores fortes ou a combinação de tons diferentes da mesma cor já dão uma boa levantada no visual. Atenção aos acessórios!

 Rock: Você pode fazer a linha rocker com uma camiseta da sua banda preferida. Se ela não for lá muito bem cotada no mundo musical, reconsidere. Seu mau gosto musical pode estragar sua reputação, melhor investir nas clássicas, por motivos óbvios.

 Lenço no pescoço: Agora no outono, então, não precisaria nem explicar o por quê. Mas mesmo em dias menos frios, lenço é muito charmoso. Se esquentar demais, sempre dá pra amarrar na bolsa...

 Listras: São um clássico do bom gosto, já evidenciam um estilo especial e combinam perfeitamente com camisetas. Dependendo do modelo do jeans, muda a cara e pode frequentar diferentes ambientes.

terça-feira, 16 de julho de 2013

EXERCÍCIOS PARA NUNCA TER QUE PARAR DE USAR SALTOS


Lembra que eu escrevi aqui sobre os efeitos dos diferentes tipos de salto no nosso corpo?
Tem remédio. Com um pouco de disciplina é possível minimizar os danos e usar saltos altíssimos durante uma vida toda. Ah, se a SJP tivesse lido isso antes...



O Antídoto

Nossos dois confiáveis especialistas concordam que ​​- bem como outras indulgências deliciosas da vida - os nossos sapatos favoritos podem ser apreciados por toda a vida, mas com moderação. Dr. Novella salienta que nossos pés precisam de tempo para se recuperar da tensão que colocamos sobre eles, o que significa que mudar de sapatos quando você chegar ao seu destino, ou esconder um par de apoio em seu carro pode significar a diferença entre dançar alegremente a noite toda ou estragar um momento especial com dores terríveis. Por outro lado, devemos ter cuidado na transição de um salto alto para um baixo, tomando tempo para esticar as panturrilhas, tornando a troca um pouco mais fácil para os nossos músculos e tendões.

 Parece um monte de trabalho? Bem, mais ou menos. Mas se você quiser usar qualquer par que você gostaria, então, como Wharton adverte, "pense como um atleta." Se condicionar o seu corpo a "se preparar para se vestir", como ele chama, você pode ser capaz de evitar os efeitos negativos a curto e longo prazo. Em outras palavras, temos de tomar a iniciativa de melhorar e preservar a saúde dos nossos pés, para que possamos desfrutar confortavelmente os sapatos que amamos pelos próximos anos. Para dar o primeiro passo, ele propõe uma combinação de exercícios de flexibilidade diários e exercícios semanais de fortalecimento que podem fazer uma enorme diferença, não importa quais sapatos você usa com mais frequência. Claro, se qualquer dor ou desconforto prolongado continuar, certifique-se de consultar o seu médico.

Exercícios de fortalecimento


Levantamento do calcanhar na posição sentada:
Sente-se ereta em uma cadeira, com os pés apoiados no chão. Levante um calcanhar do chão, mantendo a bola do pé plantada e depois, lentamente, vá chegando mais perto do chão. Você pode aumentar a resistência colocando um peso leve em sua coxa. Repita 10 vezes e, em seguida, troque de perna. Complete duas séries, semanalmente. Trabalha o músculo da panturrilha interior que se liga ao tendão de Aquiles.

Levantamento do calcanhar na posição em pé:
Fique em pé com os pés juntos sobre uma superfície plana. Levante os calcanhares, o mais alto possível como uma bailarina, então abaixe até o chão. Repita 10 vezes, por duas séries, semanalmente. Trabalha o músculo da panturrilha todo.
 
Meia e Peso:
Coloque um peso (começar com um quilo, você pode aumentar conforme ganhar força) no fundo de uma meia longa. Sentada, segurar a meia entre o dedão e o segundo dedo do pé, enrolando o restante da meia em torno do arco do pé para prender. Com o peso pendurado, levante lentamente os dedos apontados para o lado de fora do seu corpo, em seguida, balance-os de volta para o centro, apontando para o chão. Balanceos dedos para a direção oposta e retorne para o centro novamente. Realize este balanço em forma de U em 10 repetições, duas vezes por semana. (Este tutorial vídeo pode ajudar,também.) Este exercício de força irá aumentar o apoio no da parte inferior da perna, tanto do lado de dentro como do lado de fora.

 
Exercícios de flexibilidade

Gastrocnêmio: Sente-se no chão com as pernas esticadas na sua frente. Levante os dedos dos pés e comece a flexionar o pé para cima. Alcance os dedos dos pés com as mãos e segure por dois segundos. Repita 10 vezes, diariamente. Isso serve para esticar os músculos da panturrilha.

Sóleo: Na mesma posição sentada, dobre um joelho em direção ao peito em um ângulo de 90 graus, mantendo a outra perna esticada. Flexione o pé da perna dobrada de modo que os dedos estejam apontados para cima e o calcanhar no piso. Pegue o pé com as duas mãos e puxe os dedos dos pés em direção ao peito, tanto quanto possível. Mantenha a posição por dois segundos e repita 10 vezes. Em seguida, alterne as pernas e comece a sequência novamente. Realize diariamente. Alonga os músculos na parte de trás da perna.

Perna reta Isquiotibiais: Deite-se de costas, com uma perna dobrada e o pé no chão. Estique a outra perna e levante-a mais alto possível, formando um ângulo de 90 graus com o chão. Usando o pé que está no ar, pressione o calcanhar em direção ao teto. Sinta o estiramento na parte de trás da perna, e para uma postura mais avançada, levante o tronco para cima e alcance o pé com as mãos, no ar. Uma corda ou banda elástica pode também ser usada para ajudar com este exercício. Mantenha a posição por dois segundos e repita 10 vezes. Em seguida, alternar as pernas e começar a sequência novamente. Realize diariamente. Alonga os músculos na parte de trás da coxa.

terça-feira, 7 de maio de 2013

A PSICOLOGIA DO VESTIR







Há uma psicologia por trás de seu guarda roupa. Descubra-a.


Seu estilo diz muito sobre você. O que você veste pode informar a um desconhecido qual o seu emprego, bem como suas emoções, ambições e hábitos de consumo. E agora até existe uma forma inteiramente nova de psicologia. 

A psicóloga clínica Dra. Jennifer Baumgartner literalmente escreveu um livro sobre o fenômeno, que ela chama de “psicologia do vestir”. Em “Você é o que você veste. O que suas roupas revelam sobre você”, ela explica não somente como a psicologia determina nossas escolhas de vestuário, mas como para superar problemas-chave psicológicos seu guarda-roupa pode estar trazendo-os à luz no seu dia-a-dia, ou mesmo em seu trabalho.

 “Comportamento de compra e gasto geralmente vêm de motivações internas como emoções, experiências e cultura,” diz a Dra. Baumgartner. “Você olha os comportamentos de compra e armazenamento, e até mesmo como misturar as peças, e as pessoas pensam nisso como sendo uma bobagem. Mas qualquer comportamento é enraizado em algo mais profundo. Eu olho para o significado mais profundo das escolhas, do modo como o faria em terapia.”

Conversamos com ela para entender por que roupas são tão reveladoras (das nossas personalidades), que mensagens estão enviando e como você pode utilizar seu armário para mudar como os outros lhe percebem – e até mesmo o que você pensa de você.


Como nós usamos roupas como um apoio, e uma arma

Americanos contam com as roupas como indicadores social e econômico porque não há marcadores oficiais de classe como um sistema de castas ou aristocracia, diz a Dra. Baumgartner.

“Quando você não tem um sistema específico, as pessoas inventam o seu próprio,” ela explica. É o que “ajuda a descobrir onde você se encaixa. Especialemente agora, com a economia, pessoas perdendo status, manter um senso de quem somos é ainda mais importante. Nossas roupas ajudam a nos colocarmos onde pensamos querer estar.”

Ela cita a série Real Housewives como exemplo: “Veja o modo como elas focam em dinheiro. Quando brigam, elas usam logos e designers como uma maneira de humilhar umas às outras. Elas estão usando roupas e acessórios tanto como uma ferramenta para saber onde se encaixam como uma arma contra os outros.”


Roupas que projetam uma imagem boa ou ruim

Já te disseram que você pode julgar um homem por seus sapatos? Infelizmente, não é assim tão simples. 

Não existe uma peça ou estilo que faça a pessoa parecer bem sucedida. A Dra. Baumgartner recomenda os básicos quando quiser tentar projetar uma imagem positiva: o pretinho básico, o blazer, os scarpins. “Com clássicos, a história fez o trabalho por você. Atravessou os tempos, então você já sabe que funciona,” ela diz. E o que é que faz de um clássico um clássico? “Tem múltiplas funções e é apropriado para diferentes faixas etárias e tipos de corpo. Se tornou um clássico porque funciona não importando quem você seja.”

Por outro lado, não há uma peça ou estilo que faça uma pessoa parecer um fracasso. “Qualquer coisa que pareça que você não teve tempo ou fez algum esforço se torna negativo,” diz a Dra. Baumgartner. “A pior roupa é a que tenta se desfazer, ignorar ou esconder onde você está ou quem você é, ou o tipo que mostra que você não prestou atenção ao seu corpo/idade/situação... Qualquer roupa que impede que você faça bem seu trabalho manda a mensagem errada.”


O que suas roupas dizem a você, não sobre você

Um estudo desse ano, da Northwestern University, examinou um conceito chamado “cognição da roupa.” Pesquisadores definem em seus relatórios como sendo “a influência sistemática que as roupas têm nos processos psicológicos dos que as vestem,” ou seja, o que suas roupas estão dizendo a você e não sobre você. E como elas fazem você se sentir.

Os pesquisadores distribuíram jalecos brancos padrão para os participantes, contando a alguns que se tratava de um jaleco de médico e a outros que era um avental de pintor. Todos os participantes realizaram a mesma tarefa, mas aqueles que usavam o “jaleco de médico” foram mais cuidadosos e atentos. Suas ações foram influenciadas por suas roupas.

O mesmo pode ser verdade para você. Quando uma amiga te puxou para fora de casa e disse “Vá se arrumar! Você se sentirá melhor!” após seu ultimo rompimento/entrevista frustrada/dia horrível, ela tinha razão. “Quando você se veste de uma determinada maneira, isso ajuda a mudar seu estado interior,” explica a Dra. Baumgartner. “Nós percebemos isso ao fazer transformações, e mesmo atores dizem que vestir o figurino facilita a expressão do personagem. É tão verdade quanto para o cotidiano.”

A cognição da roupa dá prova científica à idéia de que você deve se vestir não do modo como se sente, mas do modo como quer se sentir. Quais roupas a fazem sentir poderosa? Sexy? No controle? Rica? As roupas que você escolhe estão enviando mensagens àqueles à sua volta, mas também a você, você mesmo.

Em “Você é o que você veste”, a Dra. Baumgartner lista alguns dos problemas de guarda-roupa e percepção mais comuns. Você se reconhece em algum dos abaixo?




Se você…
Você pode…
Considere:
Guarda cada peça de roupa que já possuiu
Estar se agarrando ao passado através do valor sentimental de suas peças
Adotar a Proporção de Ouro do Guarda-Roupa: se livre de 2 ou 3 itens, incluindo os que não servem, estão velhos ou fora de moda
Só veste neutros, altamente desprovidos de acessórios
Estar preso à rotina, muito confortável para dar uma sacudida, ou muito temeroso de atrair muita atenção
Se afastar do seu hábito em pequenos passos (fazer um caminho diferente até o trabalho, adotar novos acessórios da estação) para trazer ao seu cérebro uma sensação de animação
Veste roupas grandes demais para seu corpo
Enxergar seu corpo diferente do que outras pessoas vêem, ou como ele já foi um dia
Levar uma amiga honesta às compras para descobrir o que fica bem em você , ignorando tamanhos e se acostumando a usar roupas que realmente servem
Já foi acusada de se vestir inapropriadamente ou sexy demais
Considerar o mesmo traje apropriado para todas as ocasiões (por exemplo, sair à noite e churrasco de família), ou estar procurando o tipo errado de atenção
Pensar na imagem que você quer projetar em situações específicas (no trabalho, na cidade) e escolher os trajes baseados em dicas dos que estão ao seu redor
Se veste de maneira muito jovem ou muito antiquada para sua idade
Estar tentando expressar com que idade se sente, mas sendo pega entre sua idade real e sua idade interna
Se armar de roupas que ajudem a atingir seus objetivos (como conseguir uma promoção, conhecer um pretendente, viajar o mundo), ao invés de uma determinada idade
Está sempre com suas roupas de trabalho
Se valorizar primeiramente por seu trabalho e conquistas profissionais
Reconhecer seus talentos fora de seu trabalho (grande artista, compassivo, divertido em festas, etc.)
Se cobre de logos de marcas e designers
Pensar que precisa mostrar riqueza para ser bem tratado pelos outros
Usar peças que sirvam de “tela em branco” e apenas dar um toque com logos para enfatizar que as pessoas te valorizam por mais que suas marcas
Vive em seu “uniforme de mãe” de jeans e moletom
Colocar as necessidades de sua família a frente das suas próprias
Tirar mais tempo para você. Lembre-se: Quando mamãe não está feliz, ninguém está

  

sexta-feira, 3 de maio de 2013

SEXTA-FEIRA = BRANCO!!!

Às sextas-feiras, em Salvador, é costume usar branco como forma de pedir paz e agradecer bençãos. Então, que tal abraçar esse costume, já que do carnaval deles eu tô fora?...













terça-feira, 23 de abril de 2013

PARA DEIXAR A FRANJA CRESCER



As moças se acham muito complexas, mas a verdade é que têm todas problemas bem parecidos. Minha especialidade não é beleza, mas eu não vejo por que não falar das soluções que eu achei para os meus próprios problemas - que devem coincidir com o de tantas outras meninas/mulheres por aí. Me dei conta disso depois de assistir a esse filme no fim de semana. Comédia romântica boba com final previsível, mas né?, nunca subestime o valor de um bom água-com-açúcar num domingo à tarde.

A estreia do consultório de ajuda mútua é sobre 'Como deixar a franja crescer', e quem me conhece deve estar achando estranho porque eu sempre volto pra ela, mas a verdade é que eu não consigo decidir se quero ou não cortá-la, e enquanto isso eu sofro com esse comprimento ingrato. Quer dizer, sofria, porque eu me dei conta que eu não preciso ficar com aquela cara de quem não liga para a própria aparência.

Então, eu comecei a pensar em alguns jeitos de usar o cabelo nos próximos meses, de um jeito que pareça que eu quis fazer um penteado diferente e não como se eu tivesse tentando disfarçar um defeito. Ninguém merece reviver aqueles dias de gola rulê em pleno verão da adolescência. Know what I mean?

#1. Topetinho
Falando assim parece ridículo, mas vai imaginando. Um pouco de dust it, aquele pózinho finalizador, puxa a franja pra trás, dá uma empurradinha de volta pra frente e prende com um grampo. Para não ficar com cara de anos 90, é melhor pegar um pouco de cabelo das laterais e prender na mesma altura. Fica mais com cara de Lana Del Rey.

 


#2.  Tudo Junto Misturado Forever
Pensar em usar gel não me parece uma boa ideia, mas é hora de abrir exceções. Passa no cabelo úmido e cola a franja no reso do cabelo. Prende tudo num rabo de cavalo ou num coque, meio bailarina mesmo, e seca. Reza pra franja continuar ali, junto com o resto do cabelo.


 

#3. Torcida
Fácil e segura. Pega a franja, dá uma torcidinha em direção a um dos lados da cabeça e prende com um grampo (indo na direção oposta, passando por dentro do rolo todo). Se você ainda por cima tiver paciência de fazer uma trança embutida na lateral, por exemplo, vai parecer mesmo que você queria aquele detalhe ali bem em cima da sua testa. Que é o intuito.


spring-2012-hairstyles-twists

#4. Tiarinha ou Faixinha
Você pode escolher a que preferir, tem muitas e boas opções. O segredo é não deixar a ponta toda espetada da franja aparecendo lá atrás. Vale passar gel, mousse, spray para camuflar a bendita com os fios mais compridos.

 

#5. Turbante
Não precisa ser aquele com 20 metros de tecido, digno de faquir. Na internet tem um monte de vídeos ensinando a fazer um turbante para a vida real, eu gosto desse, mas tem milhares de variações. A boa notícia é que agora tem mais um bom motivo para usar todos os lenços que eu andei comprando e ganhando ultimamente.