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segunda-feira, 17 de março de 2014

JEANS - A FADED BLUE PLANET


Horas de avião são boas para uma coisa, ao menos: assistir coisas que você não costuma encontrar em outro lugar. Foi assim que eu assisti à "Jeans - A Faded Blue Planet", que foi lançado em 2010 e sobre o qual eu nunca tinha ouvido falar. Fez minha viagem muito menos incômoda.

O filme começa com uma frase atribuída a Yves Saint Laurent, que teria dito : "Eu tenho apenas um arrependimento - não ter inventado o jeans" e segue contando a história do denim, desde 1873 até hoje. Eu achei interessante porque me interesso pelo assunto. Para o resto do mundo que não tem tanta atração por tecidos e afins, eu considero interessante porque ele explora aspectos históricos, econômicos e psicológicos que tentam explicar como nos tornamos tão obcecados por calças jeans e por que essa obsessão não deve acabar tão cedo.

Tem também curiosidades, como o mercado que se criou a partir da paixão dos japoneses pelo denim, um homem que coleciona muitas e muitas peças de jeans (e que como eu acha que elas ficam melhores à medida que envelhecem) e a historiadora da Levi´s contando como arrematou no eBay a calça jeans mais antiga do mundo, por nada menos que US$ 46.532,00! Quem assistir até o final ainda consegue descobrir o que as pessoas levam no bolso de relógio.

Você também é escravo do jeans? O que você carrega no seu bolso de relógio?

Título :JEANS, A FADED BLUE PLANET

Autor : Thierry Aguila
Filmagem :Japão – EUA – Europa – África do Norte
Duração :52 m.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

CARNAVAL É BOM PARA...



Li hoje o post da Oficina de Estilo sobre aproveitar o carnaval para colocar seus loucos desejos estilísticos à prova, experimentar o que tem vontade e levar para o dia-a-dia o que tiver gostado e funcionado. Acho o conselho validíssimo, mas sei que às vezes falta coragem. Dos medos que eu conheço, pelas outras pessoas e por experiência própria, os principais são um resultado ruim depois de parecer ter tentado com muito esforço ou mesmo um resultado bom que parece bom demais.

Já aconteceu com todo mundo. Acordar e querer dar uma variada no visual de sempre, tentar e ter dúvidas, tirar tudo e colocar o "uniforme". Por isso, o conselho para o carnaval é ler o post e arriscar. Se não rolar antes do feriado terminar, continue tentando. Todo dia é dia de se divertir e mesmo durante os dias úteis, não se preocupe e não se leve tão a sério, é o único jeito de mudar, caso esteja insatisfeito com alguma coisa.

Bom Carnaval!!!

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Por uma publicidade com mais anúncios assim

Esse anúncio é da África do Sul e vem lembrar o que "pensar fora da caixa" deveria significar. Nada de campanhas nonsense ou glamourização do álcool para pegar mais mulher. Fugindo ao clichê do filme de marca de whisky que tem a coragem e força sempre simbolizada por escaladores, soldados e homens com algum tipo de poder, a Bell´s inova ao mostrar o esforço de um senhor em sua luta para aprender a ler depois de adulto.
A feminista que vive dentro de mim (que adoro whisky) preferia que a escritora fosse uma jovem escritora, mas isso é assunto para outro post.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Será que se livrar dos 'Fashion Bloggers' trará a glória de volta?



No outono passado, Oscar de la Renta expressou frustraçãocom "megashows" da Fashion Week que estão cheios de "20 milhões de pessoas com conexão zero com as roupas. Em resposta, ele anunciou um plano de cortar sua lista de convidados para um máximo de 350, cuidadosamente selecionados. Agora, Catherine Bennett, vice -presidente sênior e diretora-gerente da IMG, diz que a empresa que administra a Mercedes-Benz Fashion Week vai fazer alterações semelhantes para seus shows na próxima temporada. Ela disse ao Wall Street Journal que a Fashion Week "foi se tornando um jardim zoológico. O que costumava ser uma plataforma para designers estabelecidos para estrear suas coleções para selecionar mídia e compradores tem caminhado para um período confuso, muitas vezes com um custo proibitivo e desgastante para a nossa indústria para efetivamente fazer negócios."

Em muitos aspectos, isso é verdade. O Wall Street Journal relata que a IMG irá apresentar dois locais redesenhados nas tendas do Lincoln Center, em fevereiro, um dos quais com pegada mais industrial, e o outro mais "íntimo". As mudanças serão feitas para que os conviados VIP fiquem mais confortáveis e para dar mais espaço para entrevistas de bastidores. Dois novos espaços fora do local também serão abertos, um dos quais será chamado Hudson Hub e será voltado para up- designers em ascenção.

Os novos espaços são projetados, relata o Jornal, para responder a reclamações de designers e da velha guarda da moda sobre o confuso espetáculo que a Fashion Week tornou-se, com as novas instalações destinadas a, como colocou um porta-voz da IMG, "controlar e reduzir as capacidades de audiência; fazer convites mais uma vez um passe exclusivo para insiders verdadeiros da moda".

A IMG diz que espera eliminar os participantes com apenas uma "conexão tênue com a indústria da moda", porque o Lincoln Center "foi cercado por blogueiros de moda, fotógrafos de street style e fãs de moda... para além das centenas de jornalistas e dezenas de celebridades".

É difícil não se perguntar se em todas estas reivindicações para melhorar a eficiência não se esconde um bom e velho desejo de voltar à exclusividade e livrar-se da moderna ralé: todos esses "blogueiros de moda" e imprensa considerada menos importante.

Muitos dos shows mais íntimos agora acontecem nos estúdios do centro, galerias e armazéns que permitem a exclusividade muitas vezes ausente do espetáculo do Lincoln Center. Certamente essas mudanças são em resposta a esse movimento - mas também parecem menos como uma função dos espaços e mais sobre a escala das empresas e designers que se apresentam lá. Enquanto os aluguéis são bons ​​para designers emergentes (a IMG diz que seus novos espaços serão cerca de 2.000 a 3.000 dólares mais baratos) ainda são muito caros (US$ 15.000 para o Hub), de modo que esse parece ser um falso argumento.

Estas mudanças propostas, que serão anunciadas na quinta-feira, levantam algumas questões importantes sobre o que desfiles de moda se tornaram. Blogueiros ainda são necessários agora que quase toda a primeira fila de editores de mídia impressa usam Instagram? Os principais críticos precisam mesmo de ir a um desfile para dar suas opiniões? (Veja: críticade Cathy Horyn da coleção Outono de YSL RTW que foi feita inteiramente a partir de um computador). Quem importa em um desfile de moda? Se você está na oitava fila, vale mesmo a pena assistir?



A Moda sempre nos deu uma forma arrumadinha de quantificar as hierarquias sociais. Com menos bloggers em shows, enfim, todos os tipos de confusão causados pelos cheios de opinião podem dar uma baixada. Quem já não ouviu um editor de moda da imprensa reclamar que alguns ‘sabem nada’ novatos foram parar na primeira fila quando eles trabalharam durante anos para chegar à terceira? Independentemente disso, será certamente interessante ver o que os senhores do mundo da moda consideram "essencial" e "de valor" - e quem simplesmente vai optar por afirmar seu próprio valor observando a partir de seu computador.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

2014! Mas...

... ainda tem mulher que acredita:

- Em 'Farinha Seca Barriga'

natue02

- Que precisa "malhar que nem filha da puta" pra ter um marido magya

- ~Marido Magya~

- Que as mulheres da mídia são mais bonitas que elas e suas amigas


- Que é culpa (só) da mulher se ela se envolver com um homem casado


Affff

Mas é Ano Novo na China. Vamos ver se alguma coisa muda.
Meus votos são de que nós sejamos mais inteligentes e nos amemos mais - a nós mesmas, como somos, e umas às outras.

sábado, 14 de dezembro de 2013

A ROUPA QUE VOCÊ VESTE DIZ QUEM VOCÊ É OU A QUAL CLASSE SOCIAL VOCÊ GOSTARIA DE PERTENCER?


Uma amiga, certa vez, veio me pedir um conselho. - Não sei com que roupa sair no sábado à noite. Perguntei, tentando entender - Mas qual é exatamente a dúvida? A resposta foi - Não sei como me vestir, é balada de playboy.  Na minha cabeça, a primeira tradução (meu cérebro traduz tudo que ouve, bem irritante) saiu “Não sei como me fantasiar, é lugar de gente rica”.

Para mim, não faz muito sentido que o nosso estilo pessoal seja radicalmente mudado de acordo com a classe social da média dos frequentadores de um evento, o que não é o mesmo que se vestir de acordo com uma determinada ocasião. Tendo um estilo que respeite quem você é e a mensagem que você quer passar, você vai saber o que vestir em situações formais ou não, eventos diurnos e noturnos, e assim por diante.

Meu conselho, naquela ocasião, foi: - Veste o que você veste sempre, que te faz sentir bem, você mesma. Eu sabia que não tinha nada de errado com o estilo de sempre dela e eu temia que ela fosse correndo comprar um vestido super curto, um sapato super alto, a carteira da marca da moda. Eu tenho a impressão que esse é o uniforme das meninas que frequentam casas noturnas com um alto valor de ingresso.
Primeiro resultado da busca 'Uniforme para balada'


Esse episódio me fez pensar em quanto as pessoas estão preocupadas em convencer as outras de que pertencem a um certo grupo e que, geralmente, quando essa preocupação existe é porque elas não pertencem e, por isso, o esforço. Isso fica muito claro para mim ao ver alguns produtos, sem motivo aparente, serem consumidos como se fossem os únicos de sua classe. Quando eu digo ‘sem motivo aparente’ eu quero dizer que eles ou não são bonitos o suficiente para justificar o frisson e/ou vestem mal seus donos.

Quem ainda não se cansou dos relógios e bolsas Michael Kors, sapatilhas Terry Burch, calças Diesel, camisas Equipment, Crocs, UGGs, etc.? Isso só para falar dos “originais”, numa faixa classe média, porque a partir deles surgem as cópias (vide tênis com salto interno e saias mullet que, agora, todo mundo está amando odiar), o que torna o fenômeno todo ainda mais maluco. Mas não incompreensível.


O que todos estes produtos têm em comum? Na minha opinião, o preço mais alto do que seria razoável aliado à facilidade de serem reconhecidos e, portanto, de transmitir o sinal desejado, ainda que inconscientemente. Que sinal? “Eu tenho dinheiro e sou bem informado o suficiente para ter ISTO.” Daí surgem os absurdos que se vê nas semanas de moda. Depois da logomania, que surgiu na década de 80 e foi revisitada há alguns anos, agora é a vez de competir não por qual marca tem o logo que ocupa a maior porcentagem de uma peça, mas qual marca faz o objeto feio mais vendável. 

Eu não vejo nada de errado no fato de a indústria usar essa estratégia, esse é o papel de quem tem como objetivo vender mais que seu concorrente. Mas enquanto ela dá certo, é um sinal de que nós não nos importamos de estar uniformizados e, ainda por cima, feios. É um sinal de que estamos vestidos não de nós mesmos, mas como “deveríamos” estar para sermos aceitos, de que estamos dando mais valor ao que se tem do que ao que se é.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

10 PASSOS PARA CONSUMIR MENOS E SER MAIS FELIZ COM O GUARDA-ROUPA



Esse vídeo que o Ser Sustentável com Estilo, da Chiara Gadaleta, fez com a Oficina de Estilo é maravilhoso! Elas resumem, em 6 minutos, o que eu penso sobre estilo x moda, qualidade x quantidade, e consumo. Para você não ter que ver e rever 100 vezes, eu listei as partes que eu considero mais importantes (e acabei tecendo alguns comentários sobre, porque eu não me contive). Mas pra falar a verdade, eu acho que vale a pena ver e rever sempre que você olhar pro guarda-roupa e achar que não tem nada, e então, se responder com honestidade: eu não tenho nada por que eu fiz as escolhas erradas no passado (e de fato, preciso de umas coisinhas novas) ou eu não tenho nada do que estão dizendo que eu tenho que ter?

Então, lá vai. 10 passos para comprar menos e se realizar mais com seu guarda-roupa:

1) o parâmetro de escolha tem que vir da gente e não do entorno; assim você olha para o seu guarda-roupa e, independente do que esteja "se usando" você tem certeza de que aquilo é VOCÊ, tem uso na sua vida, para os seus cmpromissos

2) um guarda-roupa bem montado EVITA compras desnecessárias, por impulso e o desperdício

3) pensa quando você faz uma mala para viajar, que você passa 20 dias se vestindo rápido e ficando todo dia bonitinha, com 20/25 peças que são AS MELHORES que você tem, as que você mais ama
[eu acredito que qualquer um poderia viver com a mala de verão mais a mala de inverno, porque a gente só escolhe aquilo que mais gosta e sabe que funciona para levar numa viagem. que tem muita gente que não consegue montar uma mala compacta (com poucas peças que funcionam) é outra história...]

4) guarda-roupa conciso funciona muito melhor que guarda-roupa cheio, só com peças e cores que combinam com nosso corpo e estilo de vida, FACILITA A VIDA

5) se você passa a maior parte do seu tempo no trabalho, não tem por que só comprar roupa baratinha para trabalhar e gastar tudo nas roupas de festa, às quais você vai duas vezes por ano. investimentoPOUCO INTELIGENTE
[construir uma imagem que comunique quem você é se faz no dia-a-dia. se você passa a maior parte da sua vida vestida em roupas baratinhas, as pessoas vão te enxergar assim, nem adianta tentar arrasar na festa.]

6) cada peça que você pensar em comprar tem que combinar com PELO MENOS três peças que você já tenha (e não conta jeans e calça preta...)
[se não combinar com três peças de roupa suas provavelmente não é sua cara. mesmo que for, vai ser o tipo de compra que ao invés de te deixar feliz, vai dar mais dor de cabeça. você vai ficar caçando outras peças para comprar e usar com ela. mau negócio.]

7) não comprar na hora, ir tomar um café e PENSAR é uma tática para não comprar por impulso

8) peças de qualidade valem mais que quantidade. sempre gaste tanto quanto puder em QUALIDADE. a peça de R$ 10 que só dá pra ser usada  2 vezes é muito mais cara que a de R$ 100 que você usa 100 vezes.
[moda também é matemática]

9) não existe clássico para todo mundo, cada pessoa tem os seus de acordo com gosto, estilo de vida, tipo de corpo, disponibilidade de tempo
[desconfie de listas de clássico de livros e revistas]

10) assim "o universo em vez de virar um exército de pseudo itgirls, vira um exército de gente linda" Fê Resende
 

terça-feira, 24 de setembro de 2013

O COMPRADOR PREGUIÇOSO




O animal humano é uma criatura maravilhosa, trabalhadora, com faculdades aperfeiçoadas que foram colocadas a serviço da remodelação do mundo. Mas quando se trata de compras, somos lesmas totais.

Comerciantes entenderam isso, ou estão começando a entender.

A Amazon fez a grande arte do consumismo sem atrito. Assim que tiver uma conta com seu endereço de entrega, e assim por diante, você pode navegar pelo site e comprar as coisas com um único clique. Você é cobrado em sua conta, o produto aparece em sua porta. É a magia do varejo.
 
A Apple entendeu, também. Fique zanzando em uma de suas lojas por tempo suficiente e alguém não somente irá perguntar se você precisa de ajuda, como também vai levá-lo ao objeto de seu desejo, passar o cartão no local, mandar um e-mail com o recibo e pronto. A caixa registradora literalmente veio até você.
 
Já houve maneira mais fácil de gastar 499 dólares?

E a distância entre a nossa conta corrente e um varejista está encolhendo ainda mais com o que é conhecido como "pagamento sem contato", um cartão ou pequeno dispositivo com um sensor que pode ser pressionado para transferir seu suado dinheirinho no caixa.

Um estudo realizado pela MasterCard Advisors mostrou que pessoas que começaram a usar o sistema MasterCard PayPass aumentaram seus gastos na conta relacionada em uma média de quase 30 por cento durante o primeiro ano.

Isso não significa que eles começaram uma farra de gastos. Essas pessoas podem não ter gastado mais, elas podem simplesmente ter usado menos seus outros cartões, ou não sacado tanto dinheiro. Algum novo fator  pode estar desempenhando um papel.

Mesmo assim, 30 por cento é um aumento grande. Pagamentos sem contato podem ser a onda do futuro ou não, mas eles funcionam. Eu acho que porque eles apelam para a nossa intensa preguiça.

Há muita conversa sobre o varejo ser uma indústria madura. Sobre toda a competitividade, a sobra de lojas na América.

Varejistas competem em tudo - sobre o produto,sobre o preço. Eles se enfrentam em campanhas de marketing cheias de anúncios impressos, de TV, mídia social e celebridades porta-vozes.

Tudo isso importa, mas o próximo vencedor do varejo poderá muito bem ser aquele que faz a vida mais fácil para os compradores.

Quem é que vai deixá-los ser mais preguiçoso?

A caixa registadora já quebrou seus laços e está à procura da loja ativamente à procura de clientes.

Qual é o próximo passo?
        

terça-feira, 20 de agosto de 2013

:: VALE A PENA :: LIFE IS EASY



Foi meu irmão quem comentou sobre esse vídeo no último final de semana. Ele é a palestra de Jon Jandai no TEDxDoi Suthep (província da Tailândia) sobre como a vida é simples e de como nós a complicamos. Assista o vídeo e descubra como isso é tanto verdade do outro lado do mundo como aqui, e como apesar de a própria mensagem ser simples, nós assistimos, concordamos e logo voltamos a checar o iPhone e a viver nossa vida de classe média que sofre como se não houvesse alternativa.

Eu confesso que tenho dificuldade em pensar minha vida longe da metrópole. Já vivi dois anos em uma cidade menor (apesar de ser também uma capital) e posso dizer que acredito no caos que é São Paulo. Funciona para mim e eu tento sempre pensar numa maneira de viver mais descomplicada e de aceitar os custos que esse amor me traz. Tem gente que não, acho que a maioria dos habitantes daqui reclama.

Parte porque gosta de reclamar e continuaria com essa atitude não importando quando nem onde. À outra parte talvez falte o tempo de que Jon fala, de ficar consigo mesmo e, em silêncio, descobrir afinal o que quer da vida. Não só de trabalhadores que trabalham 12 horas por dia e perdem mais 4 no trânsito se constitui essa parte, convenhamos. Entre os com falta de tempo estão também os que preferem pagar para ficar longe da própria companhia, aceitando qualquer tipo de entretenimento, por mais boçal que seja.  Não só da incrível capacidade de programação de Mark Zuckerberg se fez o Facebook.

Mas felizmente, as redes sociais também existem para compartilhar ideias e você nem estaria lendo isso ou assistindo ao vídeo se não existisse internet. Eu não sou contra a tecnologia (não mesmo) ou o capitalismo, eu só acho que todos deveriam usar as ferramentas com mais critério e não ser manipulado. Life is EASY, eu não diria melhor.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

UM CONVITE À REFLEXÃO

Achei esse texto no meu email. É de 2010 e, na época, eu devo ter parado para pensar. Como é muito fácil entrar no piloto-automático, já está na hora pensar de novo.
 
O peso que cada um carrega
Se não posso dar conta de tudo, assumo só o que me cabe


Francine Lima 
Repórter de ÉPOCA, escreve às quintas-feiras sobre a busca da boa forma física

 
Foi preciso perder uma pessoa muito querida, no ano passado, para descobrir o que eu custei a entender: nem tudo depende de mim.

No auge do medo da perda, é claro que a gente dobra a disposição para fazer tudo que parece estar ao alcance. Telefona para o médico toda hora, procura especialista em outra cidade, pesquisa terapias alternativas, inventa as próprias soluções, pede ajuda aos parentes, reza para todos os santos, troca informações em redes sociais, discute com os enfermeiros... Mas acontece de chegar o momento em que nada mais resolve. O momento da temida e dura entrega, da aceitação de que o poder já não está conosco – se é que esteve algum dia.

De lá para cá, tenho estado mais atenta ao que eu não posso mudar. Percebi que minha irritabilidade, antes constante, se devia em grande parte à mania de querer manter tudo sob controle. Sob o meu controle. Eu achava que era assim que eu tinha de agir: antecipando todos os problemas que tinham chance de acontecer, me precavendo, criando regras para tudo funcionar. E o mais grave é que eu acreditava que antes de tudo tinha de controlar a mim mesma. Vivia como um soldado obediente ao general, mas ambos eram eu. Como quase nada saía como previsto, estava sempre me irritando com os resultados imperfeitos. Chato e desnecessário, hoje sei.

Decidi que muita coisa não está e não deve estar sob as minhas ordens. Relaxei. Passei a saber que não preciso ter tempo para fazer tanta coisa, já que o dia tem 24 horas e não existe mesmo tempo para todas as coisas que eu costumava achar que tinha de fazer. Desconfio que é mais importante dar-me menos coisas para fazer – para ter mais o que fazer com as coisas que já tenho.

Era comum eu partir para a briga antes mesmo de o conflito surgir: eu o antecipava. Achava que brigando conseguiria o que me era de direito. Fracassei. Hoje estou experimentando aceitar algumas derrotas, depois entender melhor o adversário para então mudar as estratégias de defesa e ataque. Já sei que não vou ganhar sempre, e já não me maltrato tanto por isso.

Se sei que não vou ganhar, poupo energia e evito brigar à toa. Exercito a paciência. Convenço-me de que, desta vez, o resultado não depende de mim. E reservo disposição para o que só eu posso fazer. E é aí que está o ganho no que parece ser uma perda: poder fazer o que a gente realmente deve, porque não perdeu tempo com o que não precisava.

Sabe aquela propaganda que mostrava várias coisas que “não têm preço”, e que para todas as outras você tinha o cartão de crédito tal? Pego emprestado o argumento para expor o meu. Convencer a loja de móveis planejados a entregar a mercadoria no prazo prometido? Não depende de mim. Acordar muito-cedo-e-sem-dor-de-cabeça na sexta-feira para fazer exercícios tendo trabalhado muito e dormido pouco a semana toda? Não depende de mim. Para todas as coisas que dependem de mim, posso e devo usar toda a minha disposição, a minha disciplina e minha vontade de me aperfeiçoar.

Uma delas é, em parte, minha saúde. Há aspectos da minha saúde que sou eu que controlo, e outros que talvez um dia eu descubra que fogem completamente ao meu poder, como aconteceu com aquela pessoa que foi embora. Eu posso controlar minha alimentação, então me dedico a fazer compras cuidadosas toda semana e a preparar algumas receitas com antecedência para ter comida saudável e gostosa em casa sempre. Enquanto sou relativamente jovem, posso controlar minha postura e a dureza da minha musculatura estando atenta aos meus movimentos e praticando os exercícios certos regularmente. Também posso controlar o meu descanso, dosando minhas atividades com minhas horas de sono e relaxamento, então procuro equilibrar minha agenda para não exagerar nem de um lado nem de outro.

Eu acredito, hoje, que o estresse vem antes de tudo da confusão que fazemos do que depende e do que não depende de nós. Gastamos tubos de energia nos dedicando ao que não podemos controlar, e deixamos de lado muitas coisas que só funcionam se assumirmos a responsabilidade sobre elas. Eu convido você a refletir sobre as responsabilidades que anda assumindo e o peso que anda carregando nas costas. Esse peso todo lhe pertence, ou está na hora de se livrar de algumas tralhas? Tudo que lhe pertence está aí, seguro no seu colo, ou alguma coisa importante foi abandonada? Procure descobrir o que depende só de você, e assuma a solução. Meu palpite: será um alívio.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

BIG LIFE FOUNDATION

Eu acredito na beleza e num mundo melhor, com pessoas melhores. É bobo, mas eu acredito, e meu olho sempre brilha com iniciativas desse tipo. Big Life é uma organização sem fins lucrativos do fotógrafo Nick Brandt, fundada em setembro de 2010 com o propósito de preservar a vida selvagem e eco-sistema africanos. Funciona com cerca de 120 guardas florestais que patrulham as fronteiras da Tanzania e Quênia, além de uma rede de informantes, com equipamentos de última geração, e já diminuiu drasticamente o número da caça ilegal na região.

A venda de suas fotos tem renda totalmente revertida para o projeto que tem como uma das mais importantes missões mostrar que a prática da caça ilegal leva à prisão. Por isso a importância de se fazer presente numa área cada vez maior. As imagens abaixo (e outras) podem ser encontradas no site, com respectivos tamanhos e preços, onde também é possível encontrar instruções para doações.












segunda-feira, 22 de julho de 2013

ESSE NEGÓCIO DE DAR VOZ A QUEM PRECISA


Eu sou o que pode se chamar de esteta (s.m. e s.f. Pessoa que aprecia e pratica o belo como valor essencial). Acredito na beleza, na sua forma material e em forma de gestos e palavras. Não significa que eu feche os olhos para o que de mal e feio há no mundo. Definitivamente, se alienar não é a melhor forma de tornar o mundo mais bonito.

Aí que um dos blogs que eu sigo no Tumblr é o Project Unbreakable, um projeto fotográfico colaborativo de imagens com as frases que meninas e meninos que foram estupradas ouviram de seus estupradores, escritas em pedaços de papel que eles mesmos seguram. Alguns até mostram o rosto, o que eu acho de uma coragem indescritível e invejável, de uma certa maneira.

As frases são de doer de horrível, e o que é pior: como mulher, você reconhece como algo familiar, parecido com o que você já ouviu ao passar na frente de uma obra, de uma mesa na calçada de um bar ou um grupo de homens. Eu não me considero feminista, mas não tem como negar que é uma merda você se pegar preocupada com a roupa que você vai vestir para não "dar a deixa" pra um babaca qualquer te constranger de graça.

Então às vezes eu me pego lendo aquelas frases, e uma ou outra me faz engolir meio em seco, de nojo, raiva ou pena, e eu bem podia já ter deixado de seguir o tal do blog para ver a vida com um filtro mais cor de rosa. Mas eu não acho que só de frases motivacionais deve ser feita minha leitura diária. E eu quero mais é que o projeto tenha muitos seguidores, porque mesmo que você nao for voluntariar numa ONG que apoia mulheres abusadas, já vale para elas saber que de alguma maneira estão sendo ouvidas. É isso também que faz mais e mais gente mandar seus próprios depoimentos e todas elas juntas terem uma voz cada vez mais forte. Se quem cala consente, o Project Unbreakable existe para mostrar que não, não é aceitável esse abuso que ainda acontece todo dia em todo lugar.




segunda-feira, 20 de maio de 2013

O ACORDO DE SEGURANÇA EM BANGLADESH - QUEM PREFERIU NÃO ASSINAR



Deu no Huffington Post semana passada e vale ficar de olho. Depois de ler a notícia, copie a lista dos varejistas americanos que se recusaram a assinar o acordo que visa melhorar as condições de segurança e trabalho em Bangladesh. Não que as que assinaram cheguem a ser mocinhas na história, olhando de uma perspectiva ampla, mas as que se recusam a pelo menos minimizar o impacto negativo que causam nesse país não merecem nem aquele olhadinha na sua próxima viagem aos Estados Unidos. Note que a GAP, que recentemente teve seu nome envolvido num episódio de trabalho escravo no Brasil, é uma das que se recusou a assinar. Fica a dica.

Para quem não está por dentro do ocorrido, leia o texto da Eliane Braum, publicado na Revista Época.


O prazo para assinar o Acordo de Segurança de Construção e Incêndio Bangladesh acabou na última terça-feira e pelo menos 14 grandes varejistas norte-americanos se recusaram a participar.
O acordo, que exige um compromisso de cinco anos de varejistas participantes para realizar inspeções de segurança nas fábricas terceirizadas e pagar até US$ 500.000 por ano para melhorias de segurança, viu um maior apoio no exterior do que nos EUA.
Grandes varejistas europeus - por exemplo, a Marks & Spencer e o Carrefour - aderiram ao acordo. Outros que já assinaram foram empresas envolvidas recentemente em desastres em fábricas de Bangladesh, como a varejista sueca H&M e a marca de moda italiana Benetton. Um incêndio na fábrica de 2010 em uma instalação que faz cardigans para H&M matou 21 pessoas, e a Bennetton tinha um fornecedor no Rana Plaza, fábrica que desabou no mês passado, matando mais de 1.100 pessoas.
A PVH, pai de Calvin Klein e Tommy Hilfiger, assinou o acordo, juntamente com a Abercrombie & Fitch, que concordou apenas algumas horas antes do prazo terminar. Isso deixa muitos varejistas americanos ausentes do acordo, de acordo com o Worker Rights Consortium, um grupo de monitorização internacional do trabalho. No entanto, alguns varejistas, como Walmart, afirmam que estão trabalhando em iniciativas distintas para melhorar as condições de segurança no local de trabalho e em Bangladesh.
A lista negra é essa aqui:

WALMART
GAP
MACY´S
SEARS
JC PENNEY
THE NORTH FACE
TARGET
KOHL´S
MADE IN THE SHADE
OSH KOSH
NORDSTROM
AMERICAN EAGLE OUTFITTERS
THE CHILDREN´S PLACE
FOOT LOCKER

quarta-feira, 8 de maio de 2013

50 COISAS QUE TODO CRIATIVO DEVERIA SABER



Eu li essa lista há algum tempo e transcrevi para dar uma olhada de vez em quando, porque tem conselhos simples mas que são muito fáceis de esquecer no dia-a-dia. Vou soltar 10 dicas por dia durante essa semana para não pesar. Elas são dirigidas a profissionais criativos, mas tem dicas que, em sua maioria, se aplicam à qualquer indústria, eu acredito. A lista original, no link ali em cima, é em inglês, mas é "twittável" e tem uma ilustraçãozinha a cada item.

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

Parte 5

terça-feira, 7 de maio de 2013

A PSICOLOGIA DO VESTIR







Há uma psicologia por trás de seu guarda roupa. Descubra-a.


Seu estilo diz muito sobre você. O que você veste pode informar a um desconhecido qual o seu emprego, bem como suas emoções, ambições e hábitos de consumo. E agora até existe uma forma inteiramente nova de psicologia. 

A psicóloga clínica Dra. Jennifer Baumgartner literalmente escreveu um livro sobre o fenômeno, que ela chama de “psicologia do vestir”. Em “Você é o que você veste. O que suas roupas revelam sobre você”, ela explica não somente como a psicologia determina nossas escolhas de vestuário, mas como para superar problemas-chave psicológicos seu guarda-roupa pode estar trazendo-os à luz no seu dia-a-dia, ou mesmo em seu trabalho.

 “Comportamento de compra e gasto geralmente vêm de motivações internas como emoções, experiências e cultura,” diz a Dra. Baumgartner. “Você olha os comportamentos de compra e armazenamento, e até mesmo como misturar as peças, e as pessoas pensam nisso como sendo uma bobagem. Mas qualquer comportamento é enraizado em algo mais profundo. Eu olho para o significado mais profundo das escolhas, do modo como o faria em terapia.”

Conversamos com ela para entender por que roupas são tão reveladoras (das nossas personalidades), que mensagens estão enviando e como você pode utilizar seu armário para mudar como os outros lhe percebem – e até mesmo o que você pensa de você.


Como nós usamos roupas como um apoio, e uma arma

Americanos contam com as roupas como indicadores social e econômico porque não há marcadores oficiais de classe como um sistema de castas ou aristocracia, diz a Dra. Baumgartner.

“Quando você não tem um sistema específico, as pessoas inventam o seu próprio,” ela explica. É o que “ajuda a descobrir onde você se encaixa. Especialemente agora, com a economia, pessoas perdendo status, manter um senso de quem somos é ainda mais importante. Nossas roupas ajudam a nos colocarmos onde pensamos querer estar.”

Ela cita a série Real Housewives como exemplo: “Veja o modo como elas focam em dinheiro. Quando brigam, elas usam logos e designers como uma maneira de humilhar umas às outras. Elas estão usando roupas e acessórios tanto como uma ferramenta para saber onde se encaixam como uma arma contra os outros.”


Roupas que projetam uma imagem boa ou ruim

Já te disseram que você pode julgar um homem por seus sapatos? Infelizmente, não é assim tão simples. 

Não existe uma peça ou estilo que faça a pessoa parecer bem sucedida. A Dra. Baumgartner recomenda os básicos quando quiser tentar projetar uma imagem positiva: o pretinho básico, o blazer, os scarpins. “Com clássicos, a história fez o trabalho por você. Atravessou os tempos, então você já sabe que funciona,” ela diz. E o que é que faz de um clássico um clássico? “Tem múltiplas funções e é apropriado para diferentes faixas etárias e tipos de corpo. Se tornou um clássico porque funciona não importando quem você seja.”

Por outro lado, não há uma peça ou estilo que faça uma pessoa parecer um fracasso. “Qualquer coisa que pareça que você não teve tempo ou fez algum esforço se torna negativo,” diz a Dra. Baumgartner. “A pior roupa é a que tenta se desfazer, ignorar ou esconder onde você está ou quem você é, ou o tipo que mostra que você não prestou atenção ao seu corpo/idade/situação... Qualquer roupa que impede que você faça bem seu trabalho manda a mensagem errada.”


O que suas roupas dizem a você, não sobre você

Um estudo desse ano, da Northwestern University, examinou um conceito chamado “cognição da roupa.” Pesquisadores definem em seus relatórios como sendo “a influência sistemática que as roupas têm nos processos psicológicos dos que as vestem,” ou seja, o que suas roupas estão dizendo a você e não sobre você. E como elas fazem você se sentir.

Os pesquisadores distribuíram jalecos brancos padrão para os participantes, contando a alguns que se tratava de um jaleco de médico e a outros que era um avental de pintor. Todos os participantes realizaram a mesma tarefa, mas aqueles que usavam o “jaleco de médico” foram mais cuidadosos e atentos. Suas ações foram influenciadas por suas roupas.

O mesmo pode ser verdade para você. Quando uma amiga te puxou para fora de casa e disse “Vá se arrumar! Você se sentirá melhor!” após seu ultimo rompimento/entrevista frustrada/dia horrível, ela tinha razão. “Quando você se veste de uma determinada maneira, isso ajuda a mudar seu estado interior,” explica a Dra. Baumgartner. “Nós percebemos isso ao fazer transformações, e mesmo atores dizem que vestir o figurino facilita a expressão do personagem. É tão verdade quanto para o cotidiano.”

A cognição da roupa dá prova científica à idéia de que você deve se vestir não do modo como se sente, mas do modo como quer se sentir. Quais roupas a fazem sentir poderosa? Sexy? No controle? Rica? As roupas que você escolhe estão enviando mensagens àqueles à sua volta, mas também a você, você mesmo.

Em “Você é o que você veste”, a Dra. Baumgartner lista alguns dos problemas de guarda-roupa e percepção mais comuns. Você se reconhece em algum dos abaixo?




Se você…
Você pode…
Considere:
Guarda cada peça de roupa que já possuiu
Estar se agarrando ao passado através do valor sentimental de suas peças
Adotar a Proporção de Ouro do Guarda-Roupa: se livre de 2 ou 3 itens, incluindo os que não servem, estão velhos ou fora de moda
Só veste neutros, altamente desprovidos de acessórios
Estar preso à rotina, muito confortável para dar uma sacudida, ou muito temeroso de atrair muita atenção
Se afastar do seu hábito em pequenos passos (fazer um caminho diferente até o trabalho, adotar novos acessórios da estação) para trazer ao seu cérebro uma sensação de animação
Veste roupas grandes demais para seu corpo
Enxergar seu corpo diferente do que outras pessoas vêem, ou como ele já foi um dia
Levar uma amiga honesta às compras para descobrir o que fica bem em você , ignorando tamanhos e se acostumando a usar roupas que realmente servem
Já foi acusada de se vestir inapropriadamente ou sexy demais
Considerar o mesmo traje apropriado para todas as ocasiões (por exemplo, sair à noite e churrasco de família), ou estar procurando o tipo errado de atenção
Pensar na imagem que você quer projetar em situações específicas (no trabalho, na cidade) e escolher os trajes baseados em dicas dos que estão ao seu redor
Se veste de maneira muito jovem ou muito antiquada para sua idade
Estar tentando expressar com que idade se sente, mas sendo pega entre sua idade real e sua idade interna
Se armar de roupas que ajudem a atingir seus objetivos (como conseguir uma promoção, conhecer um pretendente, viajar o mundo), ao invés de uma determinada idade
Está sempre com suas roupas de trabalho
Se valorizar primeiramente por seu trabalho e conquistas profissionais
Reconhecer seus talentos fora de seu trabalho (grande artista, compassivo, divertido em festas, etc.)
Se cobre de logos de marcas e designers
Pensar que precisa mostrar riqueza para ser bem tratado pelos outros
Usar peças que sirvam de “tela em branco” e apenas dar um toque com logos para enfatizar que as pessoas te valorizam por mais que suas marcas
Vive em seu “uniforme de mãe” de jeans e moletom
Colocar as necessidades de sua família a frente das suas próprias
Tirar mais tempo para você. Lembre-se: Quando mamãe não está feliz, ninguém está

  

segunda-feira, 1 de abril de 2013

:: RECEITA PARA VIVER MELHOR :: PARTE 5

Se eu realmente tivesse uma receita, não ficaria perdendo tempo lendo instruções, mas tem algumas dicas das quais vale a pensa lembrar de vez em quando. Separei 45, que eu anotei em algum momento da vida e cujo autor eu nunca soube o nome. A quinta e última parte você encontra aqui, ou no álbum que eu criei especialmente nesse board do Pinterest, para facilitar consultas esporádicas. Na página do Facebook também tem um álbum. Espero que ajude em algum momento. ;-)

:: RECEITA PARA VIVER MELHOR :: PARTE 1
:: RECEITA PARA VIVER MELHOR :: PARTE 2
:: RECEITA PARA VIVER MELHOR :: PARTE 3
:: RECEITA PARA VIVER MELHOR :: PARTE 4