segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
TRILOGIA MILLENIUM
Algumas semanas se passaram desde que eu escrevi sobre a coleção do "The Girl with the Dragon Tattoo" da H&M e sobre como eu ainda não havia decidido se ia ou não assistir. Como eu não gosto de ficar em dúvida, durante esse tempo, eu fui lendo e descobrindo mais sobre o filme (muito influenciada pelo burburinho que eu vi crescer em torno da estreia dele) e já sei que eu quero não só assistir, mas também ler esse e os outros dois da trilogia.
Foi lançada em 2005 na Suécia, país de seu autor, chegou ao Brasil em 2008 e eu posso me considerar muito mal informada de só estar prestando atenção nisso agora, porque pelo menos até o último mês de junho já tinham sido vendidas cerca de 60 milhões de cópias em mais de 50 países; número que deve ter aumentado muito depois da adaptação hollywoodiana.
O primeiro livro ganhou a tradução 'Os homens que não amavam as mulheres' aqui no Brasil e os outros volumes são 'A menina que brincava com fogo' e 'A rainha do castelo de ar' e têm como tema principal a violência sexual contra as mulheres. Foram dedicados a uma garota cujo estupro Stieg Larsson testemunhou aos 15 anos de idade.
Não fosse a inspiração dos livros polêmica o suficiente, Larsson morreu repentinamente aos 50 anos, meses após entregar os originais à editora, e nem viu seus livros serem publicados. Rumores de que tinha sido morto por extremistas de direita que o tinham ameaçado enquanto era editor de uma revista ajudaram a criar um clima ainda maior de mistério e contribuiram para o marketing de seus livros.
Polêmicas à parte, o filme tem no elenco Daniel Craig, o cara do '007', e Rooney Mara, que antes disso tinha aparecido em 'Rede Social', (mas nem force a memória, porque não fosse o Wikipedia, talvez eu nem acreditasse que se trata da mesma garota), com performance muito elogiada e visual no mínimo marcante que já anda influenciando mundo afora.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
LANA DEL REY - LOVE OR HATE?
E aí, vinga ou não vinga?
Eu confesso que gosto das músicas dela, ao menos gravadas. Prestes a lançar o primeiro álbum, mas já com status de next big thing há alguns meses, Lana del Rey (nome artístico e muito glamouroso da menina de 25 anos, Elizabeth Grant) fez sua primeira apresentação ao vivo no último final de semana e, desapontou alguns.
Filha de um milionário nova iorquino, ela passou 5 anos sendo aconselhada a fim de achar o melhor caminho musical. Pode-se dizer que teve conselheiros competentes: o primeiro vídeo viralizou e, gostando ou não gostando, todos os formadores de opinião ao redor do mundo botaram os olhos sobre 'Video Games'. Muita gente gostou.
Aí que virou legal gostar de Lana del Rey e consequentemente um pouco depois virou legal odiá-la. Normal. Daqui pra frente vai dar pra saber se a apresentação do Saturday Night Life é ruim por um certo nervosismo de estreia ou se a artista só funciona em estúdio, quando conta com a ajuda de profissionais. Não torço nem para uma coisa nem para outra, tenho mesmo curiosidade para saber como vai desenrolar.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
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